"Tive um vizinho que gritava com a namorada ao telefone, sem se importar que o prédio inteiro ouvisse: 'Não sei o que fazer! Fico mal contigo e fico mal sentigo!'. Sempre achei essa situação desoladora, e nem estou falando do português do sujeito. É duro ter apenas duas alternativas (ficar ou ir embora) e ambas serem terríveis."
— Martha Medeiros
sábado, 25 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
me peguei pensando nas escolhas que fazemos, no quanto elas modificam toda a nossa estrutura, no quanto elas afetam outras vidas. algumas escolhas do meu pai mudaram a vida da minha família inteira. não o culpo mais por isso, mas sei o quanto sofremos por escolhas que nem nossas foram. e as minhas? o que fiz delas? o que elas fizeram de mim e das pessoas que amo?
o que nos leva a fazê-las? por medo de acontecer algo ruim, várias coisas piores já me aconteceram. se eu fizer minhas escolhas por medo estarei deixando minha vida só nas mãos do destino. e isso é tão triste e tão pouco que não serve pra mim. acho que não deveria servir pra ninguém.
lembro de algumas das decisões importantes que tomei na vida (e muitas das pequenas também) e sei que algumas, se mudadas, mudariam todo o roteiro da minha vida até aqui. mas não, eu não o faria. não é que a minha vida seja o que eu queria que ela fosse aos meus 23 anos, mas ela é o que dela fiz. tudo o que fiz foi por amor, por coragem, por desejo, por fé. dei passos falhos que não podem ser corrigidos, mas não fiquei parada, não esperei que o destino escolhesse o meu caminho. decidi o que queria ser e sou. me faço, dia após dia, aos pouquinhos, como que talhando a madeira, sentindo a dor de cada lasca que se vai, me alegrando a cada contorno que se molda.
que, ainda que saibamos todos os riscos, possamos escolher viver, e nunca vivamos por fatalidade. o mundo dá as opções, mas não pode ser quem decide por onde devemos andar. que a gente possa sair do automático e ser protagonista da própria história, construir o próprio enredo e se orgulhar dos caminhos trilhados.
sábado, 18 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
o ônibus balançava. os pensamentos soltos se bagunçavam dentro de sua cabeça. as lágrimas escorriam incessantes enquanto acompanhava a Beatriz do Chico. diz quantos desastres têm na minha mão...
observou as pessoas em volta. todos pareciam tão tristes. os rostos sofridos, os lábios quase que envergados para baixo.
tudo tão doído. todos sofrendo de algum mal. o mundo é tão triste e não há espaço para esperança.
será que é loucura? será que é cenário a casa da atriz?
observou as pessoas em volta. todos pareciam tão tristes. os rostos sofridos, os lábios quase que envergados para baixo.
tudo tão doído. todos sofrendo de algum mal. o mundo é tão triste e não há espaço para esperança.
será que é loucura? será que é cenário a casa da atriz?
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
tenho pensado muito sobre um assunto: a forma como me sinto diferente das pessoas da minha idade.
ontem vi um clipe do michel teló com o gusttavo lima enquanto tava no restaurante e fiquei pensando: por que não sou assim? por que não tenho vontade de estar em uma festa na beira de uma piscina com uma turma de amigos sorridentes e bonitões?
só tenho 23 anos (sim, é pouco, principalmente nessa época em que todo mundo tem prolongado a adolescência por tempo demais) e minhas pretensões e vontades são totalmente diferentes da maior parte das pessoas da minha idade.
o que eu queria mesmo? ter um trabalho legal, morar sozinha ou com o namorado, fazer algumas viagens sossegadas e já poder planejar filhos.
minha vontade de curtição e bebedeira = zero.
queria mesmo é um canto bonitinho e aconchegante (adoro essa palavra?), dormir de conchinha e ter um bebê.
mas né...
só tenho 23 anos.
ontem vi um clipe do michel teló com o gusttavo lima enquanto tava no restaurante e fiquei pensando: por que não sou assim? por que não tenho vontade de estar em uma festa na beira de uma piscina com uma turma de amigos sorridentes e bonitões?
só tenho 23 anos (sim, é pouco, principalmente nessa época em que todo mundo tem prolongado a adolescência por tempo demais) e minhas pretensões e vontades são totalmente diferentes da maior parte das pessoas da minha idade.
o que eu queria mesmo? ter um trabalho legal, morar sozinha ou com o namorado, fazer algumas viagens sossegadas e já poder planejar filhos.
minha vontade de curtição e bebedeira = zero.
queria mesmo é um canto bonitinho e aconchegante (adoro essa palavra?), dormir de conchinha e ter um bebê.
mas né...
só tenho 23 anos.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
sábado, 31 de dezembro de 2011
2011
em 2011 eu comecei a realizar um dos grandes sonhos da minha vida. entrei na faculdade (com bolsa integral, uhuu) de psicologia. tem sido maravilhoso.
em 2011 aprendi a amar de mansinho. sem grandes intemperanças. um amor chuva leve no telhado, nada de tempestade. com sonhos pares, mais concretizáveis.
em 2011 me conheci melhor. comecei a aprender a dizer 'não'. tentei pintar meu pessimismo de otimismo de vez em quando. fui retirando máscara por máscara, pose por pose. sobrou só o real.
em 2011 fui menos intensa, porém. vivi menos o que queria viver e mais o que dava pra fazer. ousei menos, me acomodei mais. que no próximo ano eu saiba ser melhor.
"Amanhã é dia de nascer de novo".
que 2012 torne os nossos sonhos palpáveis.
feliz tudo!
em 2011 aprendi a amar de mansinho. sem grandes intemperanças. um amor chuva leve no telhado, nada de tempestade. com sonhos pares, mais concretizáveis.
em 2011 me conheci melhor. comecei a aprender a dizer 'não'. tentei pintar meu pessimismo de otimismo de vez em quando. fui retirando máscara por máscara, pose por pose. sobrou só o real.
em 2011 fui menos intensa, porém. vivi menos o que queria viver e mais o que dava pra fazer. ousei menos, me acomodei mais. que no próximo ano eu saiba ser melhor.
"Amanhã é dia de nascer de novo".
que 2012 torne os nossos sonhos palpáveis.
feliz tudo!
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
sábado, 24 de dezembro de 2011
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
queria saber escrever bonito, de um jeito que iluminasse o dia de quem me lesse.
queria saber colocar em palavras essas coisas tão singelas que sinto de vez em quando.
queria saber falar com firmeza e propriedade sobre sentimentos que conheço tão bem. e que apertassem o coração e causassem sorriso as minhas palavras.
acontece que eu não sei. escrevo assim desse jeito tosco e com palavras simples, e geralmente só sei dizer coisas tristes.
mas dizem por aí que a dor é sinal de que há vida. e passa.
queria saber colocar em palavras essas coisas tão singelas que sinto de vez em quando.
queria saber falar com firmeza e propriedade sobre sentimentos que conheço tão bem. e que apertassem o coração e causassem sorriso as minhas palavras.
acontece que eu não sei. escrevo assim desse jeito tosco e com palavras simples, e geralmente só sei dizer coisas tristes.
mas dizem por aí que a dor é sinal de que há vida. e passa.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
eu tenho tanto medo de um dia olhar pra trás e ver grandes espaços em branco. porque é como a minha vida parece algumas vezes: como se não estivesse sendo vivida. vou empurrando, adiando, sonhando, planejando. e realizo tão pouco.
às vezes acordo e me pergunto como foi que cheguei até aqui. qual foi a correnteza que desaguou nesse lugar.
e não quero continuar com essa sensação. não quero que esse desespero de não saber por onde andei se agrave.
tenho tantos sonhos. e a maior parte deles é perfeitamente realizável. não quero mais adiá-los.
quero um dia olhar pro passado e ter certeza dos passos que dei, com firmeza de ter dado o meu melhor. de ter feito o que quis fazer. de ter propriedade sobre o meu presente, quiçá sobre alguma parte do meu futuro.
tomar como minha a vida que escolhi ter. no regrets, just love.
às vezes acordo e me pergunto como foi que cheguei até aqui. qual foi a correnteza que desaguou nesse lugar.
e não quero continuar com essa sensação. não quero que esse desespero de não saber por onde andei se agrave.
tenho tantos sonhos. e a maior parte deles é perfeitamente realizável. não quero mais adiá-los.
quero um dia olhar pro passado e ter certeza dos passos que dei, com firmeza de ter dado o meu melhor. de ter feito o que quis fazer. de ter propriedade sobre o meu presente, quiçá sobre alguma parte do meu futuro.
tomar como minha a vida que escolhi ter. no regrets, just love.
a gente faz tantos planos. quer emagrecer pro verão (verão esse que será devidamente aproveitado dentro de casa assistindo seriados e filmes e lendo e chorando ouvindo adele). quer comprar um celular novo pra fazer parte de um grupo de gente idiota que tira foto de comida em tom sépia. quer aumentar a carga de exercícios físicos pra ver se a endorfina dá as caras. larga os remédios porque 'eu dou conta sozinha'. e liga pros amigos que abandonou pra tentar reatar os laços. bota fé que 'quem acredita sempre alcança' e que 'baby, you're a firework'.
a gente planeja arrumar um bom emprego só pra viajar com o namorado nas férias pra buenos aires. e planeja apresentá-lo pra família inteira na primeira oportunidade que houver. escolhe os nomes dos futuros filhos. fala deles como se fossem chegar amanhã, ou daqui a 2 ou 8 meses, pensa em como adaptar a cachorrinha à vida nova. já sabe como vai criá-los, quais os valores quer passar, que tipo de música vai tocar enquanto estiverem na barriga.
pensa em qual vestido vai usar na formatura. e de que cor serão as paredes do consultório. como vai ser o cartão com seu nome, telefone e CRP. sabe que precisa começar um curso de inglês, mas adia, 'um dia eu faço, vai dar tempo'.
a gente se esquece que o amanhã não existe. que de repente a vida muda. o vento sopra e leva tudo embora.
que minha estrutura seja forte o suficiente pra suportar mais esse vendaval.
a gente planeja arrumar um bom emprego só pra viajar com o namorado nas férias pra buenos aires. e planeja apresentá-lo pra família inteira na primeira oportunidade que houver. escolhe os nomes dos futuros filhos. fala deles como se fossem chegar amanhã, ou daqui a 2 ou 8 meses, pensa em como adaptar a cachorrinha à vida nova. já sabe como vai criá-los, quais os valores quer passar, que tipo de música vai tocar enquanto estiverem na barriga.
pensa em qual vestido vai usar na formatura. e de que cor serão as paredes do consultório. como vai ser o cartão com seu nome, telefone e CRP. sabe que precisa começar um curso de inglês, mas adia, 'um dia eu faço, vai dar tempo'.
a gente se esquece que o amanhã não existe. que de repente a vida muda. o vento sopra e leva tudo embora.
que minha estrutura seja forte o suficiente pra suportar mais esse vendaval.
sábado, 10 de dezembro de 2011
- as pessoas costumam vir aqui e desabafar seus problemas amorosos. eu sei que vêm. e quando digo amorosos quero dizer românticos. a gente tem tanto amor na vida que se perde entre eles, é natural. então a pessoa vem e senta nesse sofá e tenta contar tudo - cada mí-ni-mo detalhe - pra descobrir onde é que errou. o que é que podia ter feito diferente. qual o próximo passo a dar. ah, deus, o próximo passo a dar, qual seria ele?
mas não eu. eu vim por questões superiores. pra lidar comigo mesma, pra desvendar minha escuridão, pra me ver com outros olhos. não essa baboseira de romance e amor não correspondido e traições e abandonos.
até hoje.
porque hoje eu só quero falar desse aperto no peito e esse nó na garganta, que é o que acontece quando a dor já cansou de se alojar só na alma. eu quero te contar que da última vez que nos vimos ele disse que me amava mas que nunca - nunca, nunca, nunca mais - ia ser meu de novo. e foi preciso que eu pedisse, mas houve um último beijo na porta do ônibus. fizemos promessas, tantas delas, você não pode imaginar. e os planos que foram adiados pra 'daqui a pouco' não mais dispõem de terreno pra acontecer. viraram vento, poeira, nada.
queria que você parasse de me olhar como se eu fosse uma jovem-com-toda-uma-vida-pela-frente e me visse como me sinto agora: uma moribunda caquética recolhendo seus pedaços pelo chão. que você olhasse aqui dentro e me dissesse que raios aconteceu com meu coração, se ele está tão roxo e sufocado quanto parece. queria que você abrisse minha cabeça e pinçasse memória por memória, todas as vezes que o nome dele aparecesse. que no meu peito você colocasse uma pedra pra que nunca mais fosse tudo tão pesado assim.
eu sei. passou. não dá pra reverter os erros, não dá pra implorar pela última vez (quantas últimas já houveram?), não dá pra pedir 'ei, por favor, me ame só mais um pouquinho'.
nosso tempo tá acabando, tem mais alguma desesperada sentada ali na recepção esperando pra ocupar esse lugar, se agarrar nessa almofada como uma última esperança materializada, dizer todas essas coisas tolas e inúteis. terminamos todos aqui, desabafando amores perdidos e dores inconfessavelmente banais.
na próxima semana voltamos a falar de assuntos profundos, do quanto estou quebrada por dentro simplesmente por ter o fardo de ser eu. obrigada pelos lenços e desculpe pela banalidade. é que dói, dói tanto. e chega uma hora que caímos todos nos clichês comuns e ordinários das dores de um amor que se foi. romance... essa coisa estúpida alimentada pelas comédias americanas e por esses seus sofás.
mas não eu. eu vim por questões superiores. pra lidar comigo mesma, pra desvendar minha escuridão, pra me ver com outros olhos. não essa baboseira de romance e amor não correspondido e traições e abandonos.
até hoje.
porque hoje eu só quero falar desse aperto no peito e esse nó na garganta, que é o que acontece quando a dor já cansou de se alojar só na alma. eu quero te contar que da última vez que nos vimos ele disse que me amava mas que nunca - nunca, nunca, nunca mais - ia ser meu de novo. e foi preciso que eu pedisse, mas houve um último beijo na porta do ônibus. fizemos promessas, tantas delas, você não pode imaginar. e os planos que foram adiados pra 'daqui a pouco' não mais dispõem de terreno pra acontecer. viraram vento, poeira, nada.
queria que você parasse de me olhar como se eu fosse uma jovem-com-toda-uma-vida-pela-frente e me visse como me sinto agora: uma moribunda caquética recolhendo seus pedaços pelo chão. que você olhasse aqui dentro e me dissesse que raios aconteceu com meu coração, se ele está tão roxo e sufocado quanto parece. queria que você abrisse minha cabeça e pinçasse memória por memória, todas as vezes que o nome dele aparecesse. que no meu peito você colocasse uma pedra pra que nunca mais fosse tudo tão pesado assim.
eu sei. passou. não dá pra reverter os erros, não dá pra implorar pela última vez (quantas últimas já houveram?), não dá pra pedir 'ei, por favor, me ame só mais um pouquinho'.
nosso tempo tá acabando, tem mais alguma desesperada sentada ali na recepção esperando pra ocupar esse lugar, se agarrar nessa almofada como uma última esperança materializada, dizer todas essas coisas tolas e inúteis. terminamos todos aqui, desabafando amores perdidos e dores inconfessavelmente banais.
na próxima semana voltamos a falar de assuntos profundos, do quanto estou quebrada por dentro simplesmente por ter o fardo de ser eu. obrigada pelos lenços e desculpe pela banalidade. é que dói, dói tanto. e chega uma hora que caímos todos nos clichês comuns e ordinários das dores de um amor que se foi. romance... essa coisa estúpida alimentada pelas comédias americanas e por esses seus sofás.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
anônimo,
ei, vamo brincar de 'adivinha'?
adivinha se eu curto suspense. te dou uma dica: começa com N e termina com ÃO.
agora me dá uma dica pr'eu adivinhar quem é você :)
adivinha se eu curto suspense. te dou uma dica: começa com N e termina com ÃO.
agora me dá uma dica pr'eu adivinhar quem é você :)
domingo, 4 de dezembro de 2011
às vezes me pego pensando no nosso futuro. no futuro que poderia ter acontecido e nunca foi. em como estaríamos se o caminho escolhido fosse outro.
é inútil, eu sei. não muda nada do que passou e provavelmente são só sonhos, coisas que ainda que tivéssemos escolhido o outro caminho, não teriam acontecido.
mas acalenta. dá um pouco de paz pra esse peito que se transforma em um abismo quando se dá conta de que você não está mais na minha vida.
e no nosso futuro que fico imaginando seríamos tão você e eu, tão nós dois, tão o que éramos e estragamos. tão bobos e bonitos, tão cheios de vida e de calor nos olhos.
rompemos com o destino, eu acho. e é por isso que não consigo te esquecer. porque queiramos ou não, você é meu e eu sou sua. e um dia, em uma esquina qualquer, vamos nos dar conta disso quando nos olharmos como olhávamos antes. por alguns segundos que seja... voltaremos a ser nós dois, sós os dois.
é inútil, eu sei. não muda nada do que passou e provavelmente são só sonhos, coisas que ainda que tivéssemos escolhido o outro caminho, não teriam acontecido.
mas acalenta. dá um pouco de paz pra esse peito que se transforma em um abismo quando se dá conta de que você não está mais na minha vida.
e no nosso futuro que fico imaginando seríamos tão você e eu, tão nós dois, tão o que éramos e estragamos. tão bobos e bonitos, tão cheios de vida e de calor nos olhos.
rompemos com o destino, eu acho. e é por isso que não consigo te esquecer. porque queiramos ou não, você é meu e eu sou sua. e um dia, em uma esquina qualquer, vamos nos dar conta disso quando nos olharmos como olhávamos antes. por alguns segundos que seja... voltaremos a ser nós dois, sós os dois.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
'a ana é problemática demais pra você'. pra coitadinha bem humorada, bem intencionada, focada, determinada, trabalhadora, forte, segura, carinhosa, atenciosa.
e as neuroses, as brigas, as acusações, a gritaria, as ameaças, os dramas propositais, a chantagem emocional, a manipulação barata... só a ana problemática aqui é que sabe.
não sou fácil, nunca fui. mas não arrasto ninguém pro sofrimento junto comigo. é desumano, é injusto.
não sei como vim parar nesse inferno onde estou.
não faço idéia de como sair daqui.
e as neuroses, as brigas, as acusações, a gritaria, as ameaças, os dramas propositais, a chantagem emocional, a manipulação barata... só a ana problemática aqui é que sabe.
não sou fácil, nunca fui. mas não arrasto ninguém pro sofrimento junto comigo. é desumano, é injusto.
não sei como vim parar nesse inferno onde estou.
não faço idéia de como sair daqui.
Assinar:
Postagens (Atom)
